Refill Ink
Estamos a trabalhar.
O Zé Carioca tem uns documentos para carimbar, vai buscar o carimbo e a almofadinha e... azar dos azares, tá sequinha, sem uma pinga de tinta.
Lá tem ele que recorrer à bisnaga de tinta para molhar a almofada. Vira-a com a ponta para baixo, aproxima da almofada e... bolas, não sai nada.
"Vou ter que apertar" pensa ele. E consoante pensa assim faz.
Um aperto forte no fundo e... SPLASH.
Há tinta por todo o lado. É almofada, secretária, rato do computador (acabou por morrer envenenado com a tinta), telefone, máquina de calcular, roupa, enfim pintura geral.
E nós... rimos à grande, enquanto ele tentava reparar os estragos, com limpezas minuciosas.
Resultado final: 1 rato morto, acompanhado pelo seu tapete, cicatrizes do acidente na máquina de calcular, meia dúzia de documentos destruidos que tiveram que ser impressos novamente e uma camisa no lixo, que devia ter sido restituida pelo seguro do trabalho.
O Zé Carioca tem uns documentos para carimbar, vai buscar o carimbo e a almofadinha e... azar dos azares, tá sequinha, sem uma pinga de tinta.
Lá tem ele que recorrer à bisnaga de tinta para molhar a almofada. Vira-a com a ponta para baixo, aproxima da almofada e... bolas, não sai nada.
"Vou ter que apertar" pensa ele. E consoante pensa assim faz.
Um aperto forte no fundo e... SPLASH.
Há tinta por todo o lado. É almofada, secretária, rato do computador (acabou por morrer envenenado com a tinta), telefone, máquina de calcular, roupa, enfim pintura geral.
E nós... rimos à grande, enquanto ele tentava reparar os estragos, com limpezas minuciosas.
Resultado final: 1 rato morto, acompanhado pelo seu tapete, cicatrizes do acidente na máquina de calcular, meia dúzia de documentos destruidos que tiveram que ser impressos novamente e uma camisa no lixo, que devia ter sido restituida pelo seguro do trabalho.

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