31 maio 2006

O Elevador e o Pum

O Zé Carioca e o Garfield foram visitar outro andar do seu local de trabalho. Depois de feita a visita, saíram e foram apanhar o elevador para regressar ao seu andar de trabalho. Mas eis que o Zé Carioca, apanhando o Garfield desprevenido e aproveitando o facto de estarem sozinhos no pátio à espera do elevador, solta um Pum, a trivial Bufa (vocês não conhecem o poder, não do barulho mas do cheiro, que é impossível descrever).
O elevador estava a chegar mas não vinha vazio, vinha com uma pessoa, colega, que também ia visitar aquele andar. O Zé Carioca começa a abanar para que o cheiro desaparecesse, o que era impossível. De salientar que o Garfield já estava a morrer. Para azar do Zé Carioca o cheiro não desaparecia e a pessoa que vinha no elevador queria falar com ele para deixar algum tipo de recado. O Garfield entretanto refugia-se dentro do elevador pois o cheiro no pátio era de morte. Depois do recado dado, voltaram aos postos de trabalho a rir que nem uns loucos.

Nota: o Garfield é o último membro do Caroço a aparecer neste Blog, todos os outros já tinham aparecido em posts anteriores. Esperem, falta ainda a convidada especial, a Mastronsa aparecer num post. Mas se estiverem atentos reparam que ela está sempre presente (confiram o som). Não esqueçam que em breve vamos descrever-nos...

30 maio 2006

À porta

Uma bela manhã de um dia da semana, vinha o Zé Carioca a chegar à entrada do prédio onde trabalha o pessoal do Caroço e, procurando a chave para entrar, depara-se com o MáriodoCais e o Shaggy, já na parte de dentro do edifício, à espera do elevador que lhes poupasse a subida de um andar pelas escadas. Quando o Shaggy se dirige à porta para abri-la ao colega Zé Carioca, estando mesmo com a mão na porta, num repentino repente vira-se e dirige-se para o elevador que entretanto havia chegado, não abrindo a porta ao colega, que ficou, do lado de fora, a protestar pela atitude disléxica do Shaggy!
Simplesmente mais uma à lá Shaggy!

Toca o Pintarroxo

Toca o Pintarroxo… mas que raio é isso???
Aqui fica a explicação:
Um destes dias ouvimos um programa de rádio onde existe uma rubrica de paródia, parvoíce à grande (ficámos fãs). A rábula desse dia incluía um cromo qualquer que tinha a mania que era o maior da passarada, literalmente, até imitava na perfeição o belo do Pintarroxo, essa ave canora tão conhecida do nosso povo. Imitou, na perfeição, o Pintarroxo, fêmea, mais que uma vez e é de facto um primor de imitação.
Claro que alguns de nós tentámos de imediato imitar essa mesma imitação. E não é que ficámos perto. Pois é, o Poupas (é mais um parceiro desta colectividade, prometemos em breve postar uma lista do pessoal desta irmandade, com dicas acerca dos respectivos nicks) saiu com uma imitação muito realista do Pintarroxo, macho, dada a ligeira variância do timbre e da técnica de imitação. E logo o Shaggy quis ficar com a gravação desse som, para colocar no telemóvel como som de recepção de mensagens. E ficou mesmo…

Oiçam esta pérola

Acessórios para telemóveis

Estava o Shaggy (outro camarada do Caroço) sentado na sua secretária em frente ao computador, numa manhã calma e amena.
Toca o Pintarroxo (macho). Interrompe o que estava a fazer e vê a mensagem do telemóvel. Enquanto estava a ler a mensagem, pega no rato (sim, o do computador) e começa a tentar puxar o cursor ou o texto para baixo, para ver o resto da mensagem, exclamando: “Que raio, isto não funciona!”
...

Vamos almoçar

Hora de almoço. Cantina à pinha (3 pessoas na fila). Procedimento: Retirar recipiente com a comida do frigorífico e colocar no micro-ondas para aquecer. O micro-ondas, esse belo electrodoméstico que nos dá almoço e de onde saem os pratos saborosos e apetitosos confeccionados nos dias anteriores, não pára mais do que o tempo necessário para trocar o prato que vai a aquecer. Quando termina o tempo emite um som característico (bip, bip, bip), que indica à pessoa faminta que a sua paparoca está quente e pronta a ser devorada.
Chega a vez do Zé Carioca (mais um membro da irmandade do Caroço), que prontamente coloca o seu manjar para aquecer. Passados breves minutos soa o respectivo som, como que um chamamento, ao qual o Zé Carioca corresponde, dirigindo-se de imediato ao interior da “Cafetaria” (denominação oficial do espaço reservado ao comes e bebes dentro das instalações da empresa). Apressado, pela fome e pela fila de colegas que aguardam a sua vez, abre o frigorifico e procura o dito recipiente, “…onde está a minha comida?...”.
Pára tudo! No frigorifico? Mas… não estava a aquecer?

29 maio 2006

Um dia na praia

O MáriodoCais foi até à praia (Curiosos por saber quem é o MáriodoCais? Não? Como não? Nunca ouviram falar nele, logo não sabem quem é! Não gostavam de saber? Ai sim, então aguardem que daqui a dias vamos descreve-lo).
Chegado à praia, em fim-de-semana abrasador, a praia estava cheia. Melhor spot para abancar? Perto da água, já na areia molhada. Deparam-se duas dificuldades, espetar o chapéu-de-sol e uns cromos com mania de jogadores da bola a atira-la para tudo que era sítio. Exclama o MáriodoCais: “É melhor não irmos para ali, senão ainda levamos uma bolada e eu quero estar descansado”. Aparece uma pequena clareira, param e o Mário do Cais olha em seu redor, controlando quem os rodeia e diz meio atrapalhado: “Vamos para onde tu quiseres…” ao que lhe respondem “Podemos ficar já aqui.” Ok, ali ficaram.
Pergunta: Porque ficou o MáriodoCais atrapalhado?
Dica: “Ó tu, porque é que estás há tanto tempo de barriga para baixo e não te viras de barriga para cima? Porque estou a fazer o buraco para o chapéu-de-sol!!!
Resposta: 3 beldades vindas directamente dos países de leste, em topless, mesmo na fila de toalhas à frente…

24 maio 2006

Era uma vez...

Somos 5 marmanjos e passamos juntos muitas horas de convívio. Claro que por entre o tempo de forrobodó arranjamos uns intervalos para a labuta que nos põe o pão na mesa, já que trabalhamos todos juntos. Isto para dizer que durante todo este tempo surgem momentos, digamos insólitos, ou se calhar nem tanto, apenas divertidos, cómicos, engraçados, por vezes estranhos, bizarros, esquisitos, delicados, primorosos, maravilhosos, enfim, daqueles que dá gozo contar a toda a gente para que se riam connosco, ou de nós. Mesmo que não dêem para rir, que não tenham pinga de piada nem a mínima graça, são momentos para recordar que esta colectividade gostava de partilhar com todos aqueles que procuram na vida dos outros algo que satisfaça a sua curiosidade pelas vidas alheias, a bisbilhotice e coscuvilhice tão típica do nosso povo.
Tudo começou quando… não sabemos bem quando, mas já fizemos alguns jantares de comemoração à pala da ideia de expor estas nossas histórias. A verdade é que foi há dias que pusemos em prática este nosso plano, engendrado com muito cuidado e que nos custou muitos dias de estudo e preparação (bem não foram bem dias, foram horas de composição e arranjo com trabalho árduo… quer dizer foram apenas alguns minutos, pois foi, foi o tempo necessário de seguir as instruções para "criar o seu Blog", foi isso), mas que deu início a esta Odisseia que colocará na boca das gentes a vida de cinco fulanos e alguns pormenores da sua existência e do que se passa à sua volta.
Caso não se enquadrem neste espírito de descoberta ou simplesmente não tenham sentido de humor, não faz mal, visitem este Blog na mesma, quem sabe despertam novos interesses dentro do vosso cérebro (os entendidos nessas cenas do cérebro dizem que o devemos exercitar) ou pelo menos contribuem para que aumente o nosso número de visitantes.
Nos próximos posts, contamos apresentar todo o enredo por detrás desta nossa ideia, que esperamos vir a dar frutos, com ou sem Caroço.

19 maio 2006

Primeiro post

Olá a todo o pessoal da blogosfera. Estamos aqui, hoje a comemorar o 1º ano do Blog "Ai o meu Caroço", bem, na verdade estamos adiantados 2 meses, quer dizer, hoje é mesmo o primeiro dia deste blog, nós depois contamos como foi...

Não percam as novidades!!!